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Tuesday, August 12, 2014

Evolução dos Computadores.

Evolução dos Computadores.
Como funciona o computador? E a impressora? Como funciona a memória do computador?

Como funciona o CD, e o HD de computador? Monitor, placa mãe, barramento, redes etc.

Estas e outras perguntas encontrarão uma resposta neste site.


Thursday, July 3, 2014

Como citar nosso site

Como citar nosso site

Se você gostou de nosso conteúdo e gostaria de usar parte dele em seu trabalho ou em seu site por favor use-o.
Nós pedimos apenas que cite-nos e coloque um pequeno link para nosso site de acordo com a regra e o exemplo abaixo:

Regra:

#. "Título do artigo ," Site/companhia/nome da publicação, data do acesso, URL (com link).

Exemplo:

O computador pessoal não pode fazer nada de aproveitável se não possuir um sistema operacional - o programa que permite ao
PC utilizar os demais programas. Mas antes de executar o sistema operacional, o PC precisa de uma forma de carregá-lo na
memória de acesso aleatório (RAM). Esta forma é conhecida como bootstrap, ou apenas boot - um pequeno código que faz parte
permanente do PC. (1)

1. "5 Como Funciona o Disco de Boot," Evolucao dos Computadores, 4 de fevereiro, 2013, http://evolucao-dos-computadores.f1cf.com.br/evolucao-dos-computadores-05-como-funciona-o-disco-de-boot.html

Obrigado por citar nosso site corretamente!

Com sua ajuda a internet se tornará um lugar mais organizado, fidedigno e respeitoso.


Wednesday, July 2, 2014

Impressora Térmica em Cores.

Impressora Térmica em Cores.

1 - A impressora térmica em cores puxa uma folha de papel com textura especial de uma banjeja para dentro do mecanismo de
transporte, no qual o papel é preso de um lado por um rolamento, que o pressiona contra um filme largo revestido de tintas
coloridas misturadas em cera ou plástico. O filme contém uma faixa de cada uma das cores de composição — ciano, magenta,
amarelo e, se for o caso, preto. Cada faixa de cor cobre uma área ampla — o comprimento e a extensão de uma folha de papel.

2 - Quando o papel passa pelo alimentador de papel, ele é primeiro pressionado contra a faixa ciano do filme. Um ou mais
elementos de aquecimento, dispostos em linha na cabeça térmica de impressão do lado oposto da fila, são acionados e derretem
pequenos pontos de tinta cor ciano. Os pontos derretidos são pressionados contra o papel.

3 - O papel continua a se mover pelo alimentador até ser parcialmente ejetado da impressora. Quando o papel afasta-se do
filme, a tinta ciano que não foi derretida permanece no filme e a derretida fixa-se no papel.

4 - O filme colorido desliza exibindo a faixa magenta e o papel é puxado de volta à impressora, onde é pressionado contra
a faixa magenta do filme e o processo térmico é repetido. O processo se repete até que a impressora tenha utilizado todas
as cores, e só então a página é ejetada por completo.


Como Funciona a Impressora Térmica em Cores.

Como Funciona a Impressora Térmica em Cores.

O maior desejo de todos os fabricantes de impressoras seria uma impressora em cores rápida e acessível. Embora as
impressoras em cores estejam ficando cada vez mais ágeis, menores e mais acessíveis, a própria natureza de combinar cores
em uma mesma folha de papel automaticamente já torna este processo complexo.

Sempre que olhar para uma página colorida impressa, você estará vendo uma complicada disposição de somente quatro cores —
ciano (azul), magenta (vermelho), amarelo e preto. (As vezes o preto não está incluso porque a impressora é capaz de gerar
preto — nem sempre com resultados plenamente satisfatórios — combinando intensidades iguais das outras três cores.) Se você
fizer um exame minucioso numa pequena seção de uma página impressa em cores, verá uma série de pontos coloridos.

Como cada cor impressa é composta de pelo menos três cores separadas, cada página precisa, na verdade, ser impressa pelo
menos três vezes. Ao tempo necessário para realizar todos esses movimentos mecânicos, acrescente-se ainda o tempo de
processamento que o programa exige para descobrir a mistura correta de cores e mandar as instruções para a impressora,
resultando em um processo invariavelmente lento.

Algumas das primeiras impressoras em cores baseavam-se em variações de técnicas utilizadas nas tradicionais impressões em
preto. As impressoras matriciais de impacto utilizam fitas com três ou quatro faixas de tinta colorida. As impressoras a
jato de tinta utilizam três ou quatro cabeças de impressão, cada uma delas acompanhada de um cartucho de tinta colorida. O
desenvolvimento mais recente foi a impressora laser em cores, que possui toners separados para cada cor que passa para o
papel.

O periférico para impressão em cores mais utilizado profissionalmente nos dias de hoje é a impressora térmica em cores. O
processo de impressão gera cores vivas porque a tinta utilizada não borra as demais e nem é absorvida por papéis com
texturas especiais. Houve ainda outros avanços na impressão em cores, mas por ora, o padrão ainda é a impressão térmica.

Tuesday, July 1, 2014

Impressora a Jato de Tinta.

Impressora a Jato de Tinta.

1 - Um cartucho (cartridge) cheio de tinta ligado à cabeça de impressão (print head) da impressora a jato de tinta, move-se
lateralmente pela extensão do papel, que por sua vez, é alimentado pelo trator da impressora abaixo da cabeça de impressão.

2 - A cabeça de impressão é composta de 50 compartimentos de tinta, cada qual ligado a um orifício (nozzle) menor que um fio
de cabelo.

3 - Um pulso elétrico flui através de finos transistores, localizados na parte inferior de todos os compartimentos (chambers)
que a impressora irá utilizar para montar o caractere no papel.

4 - Quando a corrente elétrica flui através de uma resistência (resistor), esta esquenta uma fina camada de tinta na parte
inferior do compartimento, a mais de 490 graus centígrados, por alguns milionésimos de segundo. A tinta (ink) ferve,
formando uma bolha (bubble) de vapor.

5 - Quando a bolha de vapor expande-se, ela empurra a tinta pelo orifício formando uma gota (droplet) de tinta na ponta do
orifício.

6 - A gota rompe a tensão da superfície da tinta e a pressão da bolha de vapor força a tinta sobre o papel. O volume de
tinta despejado é de cerca de um milionésimo da gota de água que sai de um conta-gotas. Um caractere típico é formado por
uma seqüência de 20 gotas de altura por 20 de extensão.

7 - Quando a resistência esfria, a bolha estoura. A sucção resultante puxa uma nova porção de tinta do reservatório anexo
para o compartimento de aquecimento (firing chamber).

Como Funcionam as Impressoras a Jato de Tinta.

Como Funcionam as Impressoras a Jato de Tinta.

As impressoras a jato de tinta são um meio termo entre as matriciais de impacto e as impressoras laser. Estas pequenas
impressoras, que cabem praticamente em qualquer mesa, possuem a mesma resolução apurada das impressoras laser. Somente
através de um exame minucioso você será capaz de notar a diferença entre uma impressão feita por uma laser e outra por uma
a jato de tinta.

Assim como todos os mecanismos laser, os modelos a jato de tinta poupam nossos ouvidos dos rangidos das impressoras de
impacto. O que se escuta é um pequeno sussurro seguido de um pequeno tranco quando a folha salta para fora.

A despeito de sua similaridade com as impressoras laser, os modelos a jato de tinta lembram mais as matriciais. Ambas
possuem cabeças de impressão que percorrem toda a extensão da página, colocando uma linha de texto completa a cada passada.
(Ver Impressora Matricial para obter mais detalhes sobre como os comandos de impressão são interpretados por qualquer
impressora que utilize cabeça de impressão matricial.) Esse movimento mecânico coloca as impressoras a jato de tinta na
mesma classe das matriciais, em termos de velocidade, porém elas depositam tinta em pontos bem menores que as de impacto.
O preço das impressoras a jato de tinta geralmente fica próximo das matriciais e são perfeitas em termos de custo,
velocidade e qualidade.

A grande diferença entre as impressoras a jato de tinta e suas duas primas está na cabeça de impressão. Utilizando uma
tecnologia tão especial que nos leva a imaginar como foi possível alguém produzir algo assim, a impressora a jato de tinta
espalha pequenas gotas de tinta no papel. Esta tecnologia funciona muito melhor do que se possa imaginar e ainda representa
uma opção menos dispendiosa à impressão em cores.

Monday, June 30, 2014

Impressora Laser.

Impressora Laser.

1 - O sistema operacional do PC ou um programa envia sinais à impressora laser para determinar onde cada ponto do toner de
impressão será colocado no papel. Os sinais podem ser de dois tipos — um simples código ASCII ou um comando de alguma
linguagem de descrição de página. (Ver Como Funcionam as Fontes Bitmap e Vetoriais.)

2 - As instruções do processador da impressora rapidamente ativam e desativam um feixe de laser.

3 - Um espelho giratório deflete o raio laser para que este trace uma linha horizontal sobre a superfície de um cilindro
conhecido como cartucho orgânico fotocondutor ou OPC (acronimo de Organic Photoconducting Cartridge), normalmente chamado
apenas de cilindro. A combinação do acionamento e desativação do raio laser com a movimentação da direção do raio sobre o
cilindro, faz com que vários minúsculos pontos de luz criem uma linha sobre a superfície do cilindro.
Quando o laser termina de disparar os pontos de luz sobre toda a extensão do OPC, o cilindro gira — geralmente a 1/300 de
polegada, na maioria das impressoras laser — e o raio laser começa a trabalhar com a próxima linha de pontos.

4 - Ao mesmo tempo em que o cilindro começa a girar, uma série de engrenagens e rolamentos puxam uma folha de papel para o
módulo de impressão, por um mecanismo conhecido como alimentador de papel (paper train). Este, por sua vez, puxa o papel
por sobre um fio eletricamente carregado que transmite energia estática ao papel. A carga pode ser tanto positiva quanto
negativa, dependendo do projeto da impressora. Neste exemplo assumiremos que a carga é positiva..

5 - No lugar em que cada ponto de luz atinge o cilindro, um filme carregado negativamente — em geral composto de óxido de
zinco e outros materiais —, localizado na superfície do cilindro, altera sua carga para que os pontos possuam a mesma carga
elétrica que a folha de papel. Neste exemplo, a luz iria alterar a carga de negativa para positiva.
Cada carga positiva marca então um ponto que será impresso eventualmente em preto no papel (ver a Nota abaixo para obter
maiores informações sobre impressoras que imprimem em branco). As áreas do cilindro que não são tocadas pelo raio laser
retêm sua carga negativa e resultam em áreas brancas na impressão final.

6 - Mais ou menos no meio da rotação do cilindro, o OPC entra em contato com uma bandeja que contém um pó preto chamado
toner. O toner neste exemplo possui carga elétrica negativa — o oposto das cargas geradas pelo cilindro através do raio
laser. Como as partículas de cargas estáticas opostas atraem-se. o toner fixa-se nos pequenos pontos do cilindro nos quais
o raio laser criou a carga.

7 - A medida que o cilindro continua a girar, ele pressiona-se contra a folha de papel que está sendo puxada pelo
alimentador de papel. Embora a carga elétrica do papel seja a mesma do cilindro gerada pelo raio laser, a carga do papel
é maior, puxando o toner do cilindro para o papel.

8 - A rotação do cilindro aproxima sua superfície de um fio fino conhecido como fio corona (corona wire). Ele tem este nome
porque a eletricidade que passa através do fio gera um anel, ou coroa, ao seu redor, com carga positiva. O corona devolve
a carga negativa a toda a superfície do cilindro, para que outra página possa ser desenhada em sua superfície pelo raio
laser.

9 - Um outro conjunto de rolamentos empurra o papel para uma parte do mecanismo conhecida como sistema de fusão. Lá, a
pressão e o calor ligam o toner permanentemente ao papel, derretendo e pressionando a cera que faz parte do toner. E o
calor do sistema de fusão que faz com que o papel saia da impressora aquecido.

10 - O alimentador do papel empurra o papel para fora da impressora, geralmente com a face impressa virada para baixo, para
que as páginas fiquem na ordem certa na bandeja de impressão.

Nota - Na descrição acima, os cargos elétricas em todas as situações podem ser revertidas com o mesmo resultado. 0 método
descrito aqui é válido para o maioria das impressoras que trabalham com o módulo de impressão Canon, como os modelos da
Hewlett-Packard, padrão entre impressoras laser. Este método é conhecido como gravação em preto, porque cada ponto fixado
no cilindro da impressora através do raio laser marca um local que será impresso em preto. Entretanto, há um método
alternativo, no qual uma impressora laser gera resultados bem diferentes. 0 outro método, usado pelos módulos de impressão
Ricoh, é conhecido como gravação em branco, porque todos os locais atingidos pelo raio laser acabam por possuir uma carga
igual à do toner — o toner é atraído para as áreas não afetadas pelo feixe de luz. As impressoras com gravação em branco
geralmente produzem áreas pretas mais escuras e as com gravação em preto são mais perfeitas nos detalhes.

Como funciona a Impressora Laser.

Como funciona a Impressora Laser.

Cada vez que você envia uma página para sua impressora laser (comumente este tipo de equipamento é chamado de impressora a
laser, porém nem todos utilizam um mecanismo com raios laser), você está, ao mesmo tempo, desencadeando uma série de
procedimentos complexos, tão eficientes quanto os de uma fábrica e tão precisos como um balé bem coreografado.

No coração da impressora encontra-se o módulo de impressão — o mecanismo que transfere um pó negro para a página — um
dispostivo que tem como ancestral a fotocopiadora. Suas partes representam o mais alto grau em termos de tecnologia de
impressão, incluindo o tratamento de imagens por laser, a movimentação precisa do papel e um microprocessador que controla
todas essas tarefas.

Para criar uma impressão de altíssima qualidade gráfica, que é característica das máquinas laser, a impressora controla
obrigatoriamente cinco tarefas simultâneas: (1) ela precisa interpretar os sinais vindos do computador, (2) converter tais
sinais em instruções que controlem o movimento do feixe de laser, (3) controlar a movimentação do papel, (4) polarizar o
papel de forma que ele atraia o toner negro que irá compor a imagem e (5) fundir o toner depositado no papel.

O resultado é uma impressão excelente. A impressora laser não só produz cópias mais rapidamente que a impressora matricial,
como as páginas são também mais fielmente detalhadas que as produzidas em matriciais. Em breve, a impressora laser se
tornará padrão em termos de alta qualidade de impressão em sistemas computadorizados.

Sunday, June 29, 2014

Impressora Matricial.

Impressora Matricial.

1 - O PC envia uma série de códigos ASCII representando caracteres, sinais de pontuação e movimentos da impressora, tais
como tabulações, retornos de carro e avanços de formulário, que controlam a posição da cabeça de impressão em relação ao
papel.

2 - Os códigos ASCII são armazenados no buffer, uma parte especial da RAM da impressora. O tempo que a matricial utiliza
para imprimir os caracteres é normalmente maior do que o tempo que o PC e o programa demoram para enviar esses mesmos
caracteres à impressora; assim, o buffer ajuda a liberar o PC para realizar outras funções durante a impressão. Geralmente,
o buffer interno de uma impressora matricial possui capacidade de armazenar somente 7KB a 8KB. Quando o buffer fica cheio,
a impressora envia código de controle XOFF ao computador para impedir que o envio de dados seja suspenso. Quando o buffer
libera espaço, enviando alguns caracteres ao seu processador, a impressora envia o código de controle XON para o PC,
liberando o envio de dados.

3 - Entre esses códigos, há comandos que solicitam que a impressora utilize uma determinada tabela bitmap de uma fonte,
localizada nos chips ROM da impressora. Esta tabela informa à impressora o modelo de pontos que deverá ser utilizado para
gerar os caracteres representados pelos códigos ASCII.

4 - O processador da impressora recebe a informação fornecida pela tabela bitmap de uma linha inteira de tipos e calcula o
caminho mais eficiente que a cabeça de impressão tem de fazer. (Algumas linhas precisam, na verdade, ser impressas da
direita para a esquerda.) O processador envia os sinais que acionam os pinos da cabeça de impressão e também controla os
movimentos da cabeça de impressão e do cilindro.

5 - Os sinais elétricos do processador são amplificados e viajam por alguns dos circuitos que conduzem à cabeça de impressão.
A cabeça de impressão possui de 9 a 24 agulhas, também chamadas de pinos de impressão, alinhadas verticalmente. Uma das
extremidades de cada pino liga-se a um único solenóide, ou eletromagneto. A corrente vinda do processador ativa o solenóide,
criando um campo magnético que repele o magneto da extremidade do pino, fazendo com que ele se movimente em direção ao papel.

6 - O pino em movimento toca uma fita recoberta de tinta. A força do impacto transfere tinta para o papel, que se encontra
do outro lado da fita. Depois que o pino é acionado, uma mola puxa-o de volta à sua posição original. A cabeça de impressão
continua a acionar 9 diferentes combinações de pinos de impressão à medida que se movimenta pela linha, para que todos os
caracteres sejam compostos de várias seqüências de pontos verticais. Em algumas impressoras, a qualidade carta ou o negrito
são feitos quando a cabeça de impressão passa uma segunda vez na mesma linha, imprimindo uma segunda série de pontos
deslocados.

Como Funciona a Impressora Matricial.

Como Funciona a Impressora Matricial.

Embora as impressoras laser sejam mais rápidas e gerem documentos bem mais elegantes, a impressora matricial de impacto
permanece como carro-chefe de muitos sistemas de computadores. Boa parte das impressoras laser custam mais de mil dólares,
sendo que uma matricial confiável custa somente algumas centenas. As impressoras laser necessitam de substituição de
cartucho de toner, que custa quase o mesmo preço de uma matricial sem grandes recursos; todas as matriciais precisam de vez
em quando de uma fita nova, que custa bem barato.

As impressoras matriciais são necessárias para as tarefas que exigem impressão em formulários multivias, algo que a
impressora a laser não pode executar de forma alguma. E atualmente as impressoras matriciais de 24 pinos ganharam maior
velocidade e melhoraram sua qualidade de impressão.

Os fabricantes continuam a lançar novas impressoras matriciais rápidas e inteligentes — e menos barulhentas. Há grandes
chances de as impressoras matriciais de impacto permanecerem no mercado ainda por longo tempo.

Embora algumas matriciais possam interpretar comandos PostScript ou de alguma outra linguagem de descrição de página, a
maior parte das impressoras de impacto são projetadas para trabalhar com tipos bitmap controlados pelos códigos ASCII
enviados do PC para a impressora. (Ver Como Funcionam as Fontes Bitmap e Vetoriais para maiores informações sobre os
tipos bitmap e linguagens de descrição de página.)

Saturday, June 28, 2014

Fontes Vetoriais.

Fontes Vetoriais.

1 - As fontes vetoriais, ao contrário das fontes bitmap, não estão limitadas a determinados tamanhos ou atributos de uma
face de tipos. Elas consistem de descrições matemáticas de cada caractere e sinal de pontuação da face de tipos. São
chamadas de fontes vetoriais porque a descrição de um A maiúsculo de 36 pontos da família Times Roman é a mesma que a de
um A maiúsculo de 24 pontos da família Times Roman.

2 - Algumas impressoras vêm com uma linguagem de descrição de página, normalmente PostScript ou Printer Command Language
da Hewlett-Packard em firmware — programa embutido em um microchip. A linguagem é capaz de traduzir os comandos das fontes
vetoriais de seu programa em instruções que a impressora precisa para gerenciar onde irá colocar os pontos na folha de
papel. Para as impressoras que não possuem esta linguagem já embutida, o programa é capaz de traduzir os comandos da
linguagem da impressora em instruções necessárias à impressora.

3 - Quando um comando de impressão é enviado pelo programa para uma impressora que usa fontes vetoriais, o aplicativo envia
uma série de comandos que a linguagem de descrição de página interpreta através de um conjunto de algoritmos, ou fórmulas
matemáticas. Os algoritmos descrevem as linhas e arcos que irão compor os caracteres da face de tipos. Os algoritmos de
algumas faces de tipos possuem dicas, alterações especiais nas letras caso o tipo seja extremamente grande ou pequeno.

4 - Os comandos inserem variáveis nas fórmulas para alterar o tamanho ou os atributos da fonte vetorial. Os resultados serão
comandos para a impressora que dizem, na verdade. "Crie uma linha horizontal de 3 pontos de largura, começando a 60 pontos
da parte inferior e 20 pontos à direita. A linguagem de descrição de página aciona todos os bits pertencentes ao desenho
da letra — a menos que a fonte possua algum efeito de sombreamento interno.

5 - Em vez de enviar comandos individuais para cada caractere do documento, a linguagem de descrição de página envia
instruções ao mecanismo de impressão encarregado de produzir a página como um todo. Sob este prisma, a página é, basicamente,
uma grande imagem gráfica que pode também conter texto: o texto e a parte gráfica recebem o mesmo tratamento. O fato de se
tratar a página como uma imagem, em vez de um conjunto de caracteres, implica em menor velocidade de impressão do texto ao
usar-se a linguagem de descrição de página, em vez de bitmaps.

Fontes Bitmap.

Fontes Bitmap.

1 - As fontes bitmap são tipos de um determinado tamanho e com certos atributos ou características, como negrito ou itálico.
O bitmap é um registro de um modelo de pontos necessário para criar um certo caractere de um determinado tamanho, com
determinado atributo. Os bitmaps do A maiúsculo médio de 36 pontos da família Times Roman, do A maiúsculo negrito de 36
pontos da família Times Roman e do A maiúsculo médio de 30 pontos da família Times.

2 - A maioria das impressoras vem com poucas fontes bitmap — geralmente Courier e Line Printer — com os atributos normal e
negrito como parte da memoria permanente (ROM). Alem disso, várias impressoras possuem memória de acesso aleatório (RAM)
para a qual o computador pode enviar os bitmaps de outras fontes. Também é possível acrescentar fontes bitmap na forma de
cartuchos usados por várias impressoras laser.

3 - Ao dar um comando de impressão — através do sistema operacional ou através do programa — para uma impressora que esteja
utilizando fontes bitmap, o PC primeiro informa à impressora qual das tabelas bitmap contidas na memória serão utilizadas.

4 - Então, para cada letra, sinal de pontuação ou movimentação do papel — com uma tabulação ou retorno de carro — que o
programa quiser que a impressora crie, o PC envia um código ASCII. Os códigos ASCII compõem-se de números hexadecimais
procurados na tabela de bitmaps. (Os números hexadecimais têm base 16 — 0,1,2, 3,4,5,6,7,8,9, A, B, C, D, E, F — em vez da
base 10 utilizada pelos números decimais.) Se, por exemplo, for enviado para a impressora o número hexadecimal 41 (decimal 65),
o processador da impressora buscará o 41h em sua tabela para encontrar o modelo de pontos que cria um A maiúsculo de
qualquer tipo, fonte ou atributo.

5 - A impressora usa o bitmap para determinar quais instruções enviar aos seus demais componentes de forma que possam
reproduzir o modelo do bitmap no papel. A impressora recebe do computador um caractere por vez.

Como Funcionam as Fontes Bitmap e Vetoriais.

Como Funcionam as Fontes Bitmap e Vetoriais.

Todas as impressoras, sejam elas matriciais, a jato de tinta, laser ou térmicas, realizam essencialmente a mesma tarefa — criam
uma série de pontos na folha de papel. Os pontos podem ser dimensionados de variadas formas ou compostos de diferentes
tintas transferidas para o papel por diversos meios, mas todas as imagens tanto de textos como gráficas são compostas de
pontos. Quanto menores os pontos, melhor o resultado final.

Independentemente do número de pontos criados no papel, é preciso que haja um esquema comum para determinar as posições em
que os pontos serão colocados; os esquemas mais comuns são as fontes bitmap e vetoriais. As fontes bitmap vêm em tamanhos
e espessuras diferentes. As fontes vetoriais podem ter qualquer tamanho e ter diversos atributos associados a elas. Cada uma
tem suas vantagens e desvantagens, dependendo do tipo de impressão desejada.

As imagens bitmap limitam-se geralmente ao texto e são uma forma rápida de produzir uma página impressa que utilize somente
alguns tipos de fontes. Se a cópia impressa tiver imagem gráfica além de texto em bitmap, então, para criar um gráfico, seu
programa precisa ser capaz de enviar à impressora instruções que ela consiga entender.

As fontes vetoriais são utilizadas com uma linguagem de descrição de página que gerencia tudo da página — até o texto —
como imagens gráficas. O texto e as imagens usados pelo programa são convertidos em uma série de comandos que a linguagem
de descrição de página da impressora utiliza para determinar onde cada ponto será colocado na página. As linguagens de
descrição de página são geralmente mais lentas na impressão e mais versáteis na produção dos diferentes tamanhos de fonte
com diferentes atributos ou efeitos especiais, gerando resultados bem mais atrativos.

Friday, June 27, 2014

Impressoras.

Impressoras.

Logo que os primeiros computadores pessoais surgiram, alguém chegou a pensar que todos esses dados computadorizados poderiam
determinar o fim da papelada nos escritórios. Estamos há mais de uma década do surgimento dos PCs e milhões de árvores
continuam sendo derrubadas para a produção de cópias em papel de várias coisas, desde orçamentos empresariais complexos até
imagens coloridas para cartões de festa e agradecimentos. Não só o número de material impresso vem aumentando a cada dia
como a impressão tomou-se primorosa. O verdadeiro objetivo dessa nova categoria de programas — que recebeu o nome de editoração
eletrônica (desktop publishing) — nada mais é do que a busca de páginas impressas cada vez melhores.

Quem quer que tenha feito a previsão equivocada sobre o escritório livre de papéis, esqueceu-se de um detalhe importante.
Essa pessoa certamente estava pensando em como se desperdiçou papel na época da máquina de escrever. Na realidade, não
havia muito mais que letras e números pretos para serem colocados no papel — muitas vezes na eficiente mas pobre tipologia
Courier. Se todos aqueles feios memorandos e cartas tivessem sido substituídos pelo correio eletrônico, o mundo não teria
sofrido uma perda tão grande. Mas as pessoas não podiam imaginar que a tecnologia dos programas e impressoras possibilitaria
versões mais ágeis e simples de relatórios, boletins, gráficos e, logicamente, cartas e memorandos que até mesmo a melhor
Selectric da IBM nem poderia sonhar em produzir.

A velocidade e a facilidade foram as primeiras melhorias em termos de impressão. Se antes uma letra datilografada em um
memorando podia ser eliminada através do mecanismo corretor da máquina de escrever ou de um líquido corretivo, hoje — devido
à velocidade das impressoras — é possível corrigir erros na tela e prontamente imprimir uma nova cópia sem problemas.

A parte gráfica foi o maior avanço. Os dias finais dos documentos que contêm apenas texto terminaram com o lançamento do
primeiro programa capaz de imprimir mesmo a linha gráfica mais rudimentar em uma impressora matricial. Agora qualquer
elemento visual, desde rabiscos até fotografias, podem ser impressos nas impressoras encontradas normalmente em escritórios.

A cor tornou-se a principal fronteira a ser conquistada pelas impressoras atuais. A qualidade e velocidade das impressoras
em cores está aumentando e o custo diminuindo. Como as impressoras em preto e branco estão ficando cada dia mais rápidas e
mais acessíveis, sua substituição completa por modelos em cores vai demorar, mas estas estão se tornando cada vez mais
comuns em escritórios ligados em rede, na qual podem ser compartilhadas.

E o papel não desapareceu do escrtitório. Em vez disso, está adquirindo nova importância. E a modesta impressora que era
utilizada para imprimir simples caracteres tornou-se agora um dos componentes mais importantes do sistema de computação.

Comunicação em Rede.

Comunicação em Rede.

1 - A camada dos aplicativos é a única parte no processo de comunicação que o usuário vê e, mesmo assim, ele não vê a maior
parte do trabalho desempenhado pelo aplicativo para preparar a mensagem a ser enviada pela rede. A camada converte os dados
de uma mensagem (que pode ser lida por qualquer pessoa) em bits, e anexa um cabeçalho, identificando o computador emissor e
o receptor.

2 - A camada de apresentação assegura que a mensagem seja transmitida em uma linguagem que o computador receptor possa
entender (geralmente ASCII). Esta camada traduz a linguagem, se necessário, comprime e, quem sabe, criptografa os dados.
Ela acrescenta outro cabeçalho especificando a linguagem, bem como os esquemas de criptografia e compressão.

3 - A camada de sessão abre a comunicação e tem a tarefa de manter a comunicação fluindo entre todos os nós da rede. Ela
determina fronteiras (chamadas de bracketing) para o início e o fim da mensagem e estabelece se a mensagem será enviada em
half-duplex, com cada computador enviando e recebendo alternadamente, ou em full-duplex, com ambos enviando e recebendo
simultaneamente. Os detalhes destas opções são colocados no cabeçalho da sessão.

4 - A camada de transporte protege os dados que estão sendo enviados. Ela subdivide-os em segmentos e cria testes checksum
— somas matemáticas baseadas no conteúdo dos dados — que possam ser utilizados posteriormente para determinar se os dados
foram truncados. Pode também gerar cópias de segurança dos dados. O cabeçalho desta camada identifica o checksum de cada
segmento e sua posição na mensagem.

5 - A camada da rede seleciona um caminho para a mensagem. Ela dispõe os dados em pacotes, conta-os e acrescenta um cabeçalho
contendo a seqüência de pacotes e o endereço do computador receptor.

6 - A camada de ligação de dados supervisiona a transmissão. Ela confirma o checksum, endereça e duplica os pacotes. Esta
camada mantém uma cópia de cada pacote até receber a confirmação do próximo ponto do caminho em que o pacote chegou
inalterado.

7 - A camada física codifica os pacotes através de um meio que possa levá-los — como um sinal analógico, se a mensagem
estiver sendo transmitida via linha telefônica — e envia os pacotes através desse meio.

8 - Um nó intermediário calcula e verifica o checksum de cada pacote. Pode também redirecionar a mensagem para evitar o
congestionamento da rede.

9 - No nó de recebimento, o proceeso em camada que enviou a mensagem neste caminho toma a direção inversa. A camada física
reconverte a mensagem em bits. A camada de ligação de dados recalcula o checksum, confirma a chegada e tem acesso aos
pacotes. A camada de rede reconta os pacotes vindos por questões de segurança e verificação. A camada de transporte
recalcula o checksum e rearranja os segmentos da mensagem. A camada de sessão mantém as partes da mensagem até que esta
esteja completa, enviando-a para a próxima camada. A camada de apresentação expande e descriptografa a mensagem. A camada
dos aplicativos converte os bits em caracteres que possam ser lidos e direciona os dados ao aplicativo correto.

Thursday, June 26, 2014

Como Funciona a Comunicacão em Rede.

Como Funciona a Comunicacão em Rede.

O envio de mensagens em rede não é simplesmente um processo de transmissão de bits representando caracteres alfanuméricos.
As comunicações em rede podem envolver computadores pessoais que funcionam com DOS, modelos da linha Macintosh, computadores
de grande porte e minicomputadores, todos tendo suas próprias formas de gerenciamento de códigos de dados e de transmissão.
Acrescentando-se o fato de que cada aplicativo de cada uma dessas plataformas possui padrão próprio de comunicação, você
verá que o envio e recebimento do dado mais simples torna-se uma tarefa gigantesca.

Para ter certeza de que o dado de um nó de um computador alcançará o outro nó ou o servidor que pretende — e que chegará
intacto e não corrompido — é necessário que o sistema seja compreendido por todos os componentes da rede. Um sistema deste
tipo segue o modelo OSI (Open Systems Interconnection, ou Interligação de Sistemas Abertos), que é seguido pela maioria dos
PCs em rede. O modelo OSI de sete camadas não é exatamente um conjunto específico de equipamentos e programas, mas um
esquema que pode ser implementado de várias formas desde que tal implementação siga o padrão OSI. Este padrão é baseado em
camadas: cada componente da rede existe numa determinada camada do sistema, e cada componente pode comunicar-se somente
com a camada diretamente abaixo ou diretamente acima dele. Cada camada fornece serviços à camada superior e pode solicitar
os serviços da camada inferior.

Redes em Estrela.

Redes em Estrela.

1 - Na configuração estrela, os nós ficam ligados a linhas separadas, todas elas direcionadas ao mesmo ponto ou estação
central. A estação central contém os chaveadores que conectam cada uma das linhas às demais.

2 - O nó envia à estação central uma mensagem que contém o endereço do nó ao qual é direcionada, os dados e o código de
verificação de erro. Mais de um nó pode originar uma mensagem ao mesmo tempo.

3 - A estação de chaveamento atende regularmente cada nó conectado a ela. Ao ligar e desligar as chaves alternadamente, a
estação evita a colisão das mensagens.

4 - Para evitar que qualquer um dos nós monopolize a rede, a estação de chaveamento permite que somente pequena parte de
uma mensagem passe pelas chaves de cada vez. As demais mensagens aguardam até que a estação dê atenção a elas novamente.

Wednesday, June 25, 2014

Rede em Anel.

Rede em Anel.

1 - Na rede em anel (token ring), todos os nós estão conectados ao mesmo circuito, que assume a forma de um anel. Um token
— que consiste de uma pequena mensagem de permissão — circula continuamente pelo anel, sendo lido pela placa token ring de
cada nó à medida que passa por ele.

2 - O nó que estiver esperando para enviar uma mensagem pega o token quando este passar, altera seu código binário para
dizer que ele está sendo utilizado, e anexa a mensagem, o endereço do nó de destino e o código de verificação de erro.
Somente uma mensagem por vez pode circular na rede.

3 - Como a resistência elétrica, que faz parte de qualquer circuito, poderia gradualmente diminuir a tensão do sinal, cada
nó possui um repetidor; o qual regenera a mensagem completa, mantendo a força e a integridade do sinal que contém os dados.

4 - Cada nó verifica o token durante sua passagem para ver se ele contém o endereço do nó. O nó para o qual a mensagem se
destina faz uma cópia da mensagem e continua então a enviá-la através do anel.

5 - A mensagem finalmente retorna ao nó original, que a remove e restaura o sinal de permissão do token original.

Rede de Barramento (Bus).

Rede de Barramento (Bus).

1 - Em uma rede de barramento, todos os nós ligam-se a ela como ramos de uma linha comum. Cada nó possui um endereço único.
A placa de rede instalada em um nó, que pode ser outro PC, um servidor de arquivo ou um servidor de impressão, certifica-se
de que nenhum outro sinal está sendo transmitido através da rede. Então envia uma mensagem para outro periférico através de
um transceptor (transceiver). Cada nó possui seu próprio transceptor.

2 - O transceptor difunde a mensagem em todas as direções de forma que ela alcance todos os demais nós da rede. A mensagem
inclui os endereços da fonte e do destino, os pacotes de verificação de erro e os dados em si.

3 - Cada nó do barramento verifica as informações de endereçamento contidas na mensagem. Os nós para os quais a mensagem
não foi endereçada a ignoram. ignore it.

4 - Quando um nó detecta seu próprio endereço na mensagem, ele lê os dados, verifica se há erro e envia um sinal ao
emissário, utilizando o endereço do emissário, incluído como parte integrante da mensagem.

5 - Quando dois nós enviam uma mensagem simultaneamente, a colisão das duas mensagens cria uma forma de interferência
elétrica reconhecível que passa pelo barramento e é detectada pelos emissários.

6 - O primeiro emissário a detectar a colisão envia um sinal especial que confunde a rede para que todos os nós saibam que
a rede está bloqueada. As transmissões dos demais nós ficam suspensas e cada nó espera uma determinada quantidade de tempo
antes de tentar enviar novamente a mensagem. O processo se repete até que um dos nós envie sua mensagem sem encontrar
mensagem de outro nó.

Como Funcionam as Topologias de Rede Local.

Como Funcionam as Topologias de Rede Local.

A função primordial de uma rede local (LAN, ou Local Area NetWork) é ligar fisicamente vários PCs entre si e também a um
computador de grande porte ou um minicomputador. Isto é conseguido através de uma ampla variedade de materiais — cabos
trançados, fibra ótica, linhas telefônicas e até mesmo sinais de rádio e infra-vermelhos.

Há várias formas de interligar os PCs tanto fisicamente como logicamente. Cada configuração de rede — ou topologia —
precisa ainda realizar as mesmas tarefas. A situação mais comum com que uma rede se depara é o envio de mensagens de um PC
para outro. A mensagem pode ser uma solicitação de dados, uma resposta de solicitação de algum outro PC ou uma instrução
para executar um programa que esteja armazenado na rede (o processo, na realidade, é um tanto mais complexo; ver o tópico
Como Funciona a Comunicação em Rede).

Os dados ou o programa que a mensagem solicita podem estar armazenados em um PC utilizado por um colega de trabalho em rede,
em um servidor de arquivos ou em um PC específico.

Um servidor de arquivos é geralmente um PC de alto desempenho, com disco rígido grande não utilizado exclusivamente por
qualquer usuário da rede. Ele existe simplesmente para atender a todos os demais PCs em rede, fornecendo um lugar comum no
qual são armazenados os dados a serem recuperados com a máxima rapidez possível. Da mesma forma, a LAN pode ter servidores
de impressão utilizáveis por todos os usuários da rede. Um servidor de impressão é um PC conectado a uma impressora, ou
então uma impressora inteligente que pode ser ligada à rede sem um PC como ponte.

A rede deve receber as solicitações de acesso através dos PCs — ou nós — ligados a ela; a rede também precisa achar uma
forma de gerenciar todas essas solicitações simultâneas de seus serviços. Uma vez que o PC tenha os serviços da LAN, ela
precisa encontrar uma maneira de enviar a mensagem de um PC para outro, de forma que a mensagem vá somente para o nó que
pretende atingir e não para algum outro. Além disso, a rede precisa gerenciar tudo o mais rápido possível, enquanto
distribui seus serviços entre todos os nós.

Três topologias de rede — de barramento (bus), anel (token ring) e estrela (star) — respondem pela maioria das configurações
de LAN.